Como projetar o futuro do trabalho – Parte 2: aberto por padrão

No Workplace, acreditamos que serão as pessoas, e não apenas a tecnologia, que definirão o futuro do trabalho. É por isso que colocamos as necessidades e expectativas das pessoas, especialmente dos jovens, no centro de tudo o que fazemos.

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Para atender a essas expectativas, há seis princípios que acreditamos que estarão no centro de todos os locais de trabalho de sucesso no futuro. Não se trata de apostas a curto prazo em tecnologia ou plataformas. São comportamentos fundamentais que orientam nossa filosofia de produto e que precisarão ser incorporados em todas as empresas para que desenvolvam a velocidade e a resistência necessárias para enfrentar os desafios de um mundo em rápida mudança.

Aberto por padrão

Aberto por padrão

O primeiro princípio que identificamos é o Aberto por padrão.

Os jovens cresceram em um mundo em que compartilham mais da sua vida e de si próprios do que as gerações anteriores poderiam imaginar. E eles veem o acesso imediato como um direito. Isso pode significar o acesso a itens como mídia e jogos, mas também o acesso a informações e a outras pessoas.

Ser aberto por padrão ajuda a quebrar os silos e limites organizacionais, dando às pessoas um acesso mais rápido às informações de que precisam. Também faz com que nos sintamos mais conectados à nossa missão e aos nossos colegas de trabalho.

Aberto = bom

Aberto = bom

No Facebook, acreditamos nisso fortemente, porque vimos os resultados em primeira mão. Em 2010, o Facebook era como qualquer outra empresa, pois usava email, IRC e listas de distribuição.

“ Quase de um dia para o outro, o Facebook mudou de uma cultura fechada de conversas por email para uma cultura de transparência aberta radicalmente. ”

E, como todo mundo, achávamos que isso era bom. Como nada parecia estar com problemas, ninguém pensou em corrigir. Então, aconteceu algo realmente significativo. Em 2011, um engenheiro empreendedor teve a brilhante ideia de criar os Grupos do Facebook, que só eram acessíveis a outras pessoas dentro da empresa.

Era uma ideia totalmente nova, que mudou tudo para nós.

Quase de um dia para o outro, o Facebook mudou de uma cultura fechada de tópicos de email e conversas individuais para uma cultura de transparência aberta radicalmente.

Fechado = ruim

Fechado = ruim

Considere a diferença entre um gerente sênior que anteriormente usava um memorando por email para se comunicar com sua equipe. Quem, no perfeito juízo, pressionaria "Responder a todos" nesse memorando? Ninguém. Isso provavelmente seria o fim da carreira. Que mensagem isso transmite aos funcionários? Ela diz: "não responda". Não compartilhe suas ideias. Não compartilhe sua voz.

Esse mesmo memorando publicado em um grupo no Facebook (e agora no Workplace) tem uma pequena caixa embaixo. Essa caixa diz: "Escreva um comentário". Ou, ainda mais fácil, tem um botão Curtir: o método de engajamento mais simples e universal que já conhecemos. Ele convida você, por padrão, a falar, compartilhar e ter voz. Veja dois exemplos que ilustram essa questão.

1: Tendo conversas melhores no setor sem fins lucrativos

A Save the Children tem 25 mil funcionários espalhados por muitas partes remotas do mundo. Esse fato tornou a conectividade um desafio permanente. As ferramentas existentes, principalmente o email, também tornavam quase impossível incluir todos na conversa.

Por exemplo, um gerente de comunicação passava um dia por semana compilando um email para uma lista de distribuição de 500 pessoas. Quando o Workplace foi lançado, ele substituiu o email por uma publicação para um grupo global do Workplace. Aconteceu uma coisa interessante. Em uma semana, o grupo do Workplace tinha o dobro do número de pessoas da lista de distribuição original.

Ele percebeu que, por cinco anos, havia restringido o conhecimento e o insight a 500 pessoas. Aquelas que não sabiam como “entrar na lista” não tinham como participar da conversa. Mas agora, com o Workplace, a comunicação fechada torna-se aberta.

Como Kyle Degraw, gerente de comunicações humanitárias da Save the Children, diz:

“ O uso de uma plataforma como o Workplace permitiu que eu me conectasse com colegas do mundo todo da forma mais eficiente possível. Como resultado, passei menos tempo verificando emails e mais tempo ajudando as crianças. ”

2: Desconectando o email nas telecomunicações

A operadora de telecomunicações líder mundial Telenor sabe em primeira mão como pode ser poderoso derrubar as barreiras que o email pode criar. Em um exemplo, um cientista de dados usou um grupo interno do Workplace para compartilhar uma pesquisa. Em poucas horas, os líderes seniores viram a atualização e a equipe de comunicação entrou em ação. No dia seguinte, a pesquisa da Telenor estava na primeira página do principal jornal e site da Noruega.

Um resultado rápido que não teria sido possível com o email tradicional. Como Anne Flagstad, vice-presidente sênior de cultura e gestão de mudança da Telenor, diz:

“ Antes, as informações críticas costumavam ficar paradas nas caixas de entrada. Com a liberação das informações por meio dos grupos do Workplace, nossas equipes estão mais colaborativas e passam mais tempo resolvendo problemas no nível do grupo. ”

Usando o Facebook para criar o Facebook

Usando o Facebook para criar o Facebook

Assim, o Facebook começou a usar o Facebook para criar o Facebook. O resultado foi uma mudança incrível na velocidade com que a empresa se movia. Conseguimos tomar decisões mais inteligentes e mais rápidas. As equipes puderam colaborar mais facilmente. A alta administração pôde se comunicar de forma mais transparente. Mesmo quando a empresa cresceu para mil, depois para 10 mil e logo para 40 mil funcionários, essa natureza aberta por padrão continuou a permitir que pensemos e ajamos com a velocidade de uma empresa muito menor.

Essa velocidade faz parte da estrutura do Workplace. Graças à nossa cultura aberta, conseguimos levar o ritmo de inovação da tecnologia de consumo para outros setores. Ela também nos permite continuar nossa missão de dar ao mundo um lugar onde trabalhar juntos.

Leia a parte 3 da nossa série Como projetar o futuro do trabalho aqui, que aborda o foco nos dispositivos móveis. Já a parte 1 da série está nesta página.

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